AVENTURA: Associados da Naguisa “seguem os passos de Anchieta”

 

O grupo de caminhada da Associação Naguisa esteve no dia 9 de agosto, em Ubatuba (SP), para percorrer um pequeno trecho do chamado “Passos dos Jesuítas – Anchieta”.

Foi em Ubatuba, nas areias da praia do Cruzeiro que Anchieta escreveu o Poema à Virgem Maria.

 

O grupo no início da caminhada: (esq/dir) Emi Wada, Júlia Ueno, Alcides Iwakami, Frank Ikeda, Mário Onaka, Terezinha Mizukosi, Eliza Iwakami, Lúcia Yoshimura, Iochichico Takano, Tohachiro Yagui, Isaura Mizugai e sentado: Jorge T. Mori. (Foto: Arquivo Pessoal)

 

É um programa de caminhada criado pelo Governo de São Paulo, abrangendo o trecho litorâneo entre Peruíbe e Ubatuba, em São Paulo:O caminho Passos dos Jesuítas – Anchieta contempla 13 cidades do litoral paulista e possui quatro tipos de rotas: a principal(370 km), a alternativa, as opcionais e as naturais.

É possível iniciar a caminhada por qualquer cidade participante, desde que seja sempre rumo ao norte. Por exemplo, quem optar por iniciar a sua jornada em São Vicente, deve seguir para Santos, Guarujá e daí por diante com destino a Ubatuba, mas o inverso, de São Vicente para Praia Grande, não é um percurso válido.

Porém, para ter direito ao Jesuit Magna, o certificado de participação que reconhece a sua caminhada, é preciso percorrer pelo menos 12 pórticos eletrônicos.

 

Testando o fôlego: A trilha passa também pela mata, com subidas e descidas.No destaque: Isaura Mizugai (monitora). (foto: Arquivo Pessoal)

 

Jorge Mori explica que “evidentemente, não foi essa a finalidade do grupo”. “Mas apenas a de conhecer e apreciar a bonita paisagem de Ubatuba”.

O pequeno trecho escolhido (9,5km) passa por 7 praias, começando na Praia da Lagoinha e terminando na Praia da Fortaleza, todas em Ubatuba.

A rota principal tem a mesma sinalização do Santiago de Compostela, isto é, através de setas amarelas e mais, há a indicação da quilometragem, a partir de Mercado do Peixe em Peruíbe, onde começa.

É um trecho alternando caminhadas no meio da mata fechada, com subidas íngremes e descidas e praias desertas, mas sempre numa paisagem exuberante, com muito verde, areias brancas e mar.

 

O grupo na Praia a Fortaleza: (esq/dir) Jorge T. Mori, Júlia Ueno, Frank Ikeda, Mário Onaka, Terezinha Mizukosi, Iochichico Takano, Emi Wada, Lúcia Yoshimura, Tohachiro Yagui, Eliza Iwakami, Alcides Iwakami e Isaura Mizugai. (foto: Arquivo Pessoal)

 

Em alguns trechos mais íngremes, foram colocadas cordas amarradas estrategicamente nas árvores para que a subida ou descida seja facilitada, pois, por incrível que pareça, em trilhas, as descidas são mais difíceis.

O grupo da Naguisa saiu de São Paulo às 6h30 numa van e retornou à sede da Naguisa somente às 21h30, incluindo aí, as diversas paradas, (café da manhã, paradas na trilha, almoço etc), inclusive no Fazendão, em Paraibuna, na volta para um imperdível sanduíche de linguiça.

Apesar de cansativa, vale uma visita para conhecer a trilha.

 

 

 

 

 

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