BEISEBOL: Kyo Ei University estuda intercâmbio cultural e esportivo

O técnico de beisebol, o japonês Takahisa Arai da Kyo Ei University esteve no Brasil na semana passada, acompanhado do empresário Nelson Yagi, para sondar os atletas brasileiros de Beisebol no Centro de Treinamento da Yakult na cidade de Ibiúna, no interior paulista. Na ocasião estava acontecendo a concentração anual da Elite Camp, da Major League Baseball, o técnico japonês que veio especialmente como “olheiro”, para observar os 50 atletas, entre 39 jogadores brasileiros, 1 jogador de Bahamas e 9 jogadores argentinos. A Kyo Ei University estuda a possibilidade de Intercâmbio Cultural e Esportivo integral para os estudantes brasileiros nas áreas de curso de Administração e Negócios, curso de Turismo, curso de Contabilidade e Finanças e Curso de Gestão Desportiva.

 

O técnico Takahisa Arai, da Universidade Kyo Ei, que veio conhecer de perto o trabalho no Brasil (Foto: Luci Judice Yizima)

O técnico Takahisa Arai, da Universidade Kyo Ei, que veio conhecer de perto o trabalho no Brasil (Foto: Luci Judice Yizima)

 

Takahisa, técnico da tradicional Kyo Ei University comenta que veio conhecer de perto o trabalho dos técnicos brasileiros de beisebol a convite do presidente da Confederação Brasileira de Beisebol, Jorge Otsuka. “O Brasil é um país privilegiado, um clima tropical favorece treinos o ano inteiro”, afirma. “Gostei muito dos atletas brasileiros, tem um porte físico robusto, muito bom para rebatida, flexibilidade e agilidade, um atleta dinâmico”, elogia Arai.

“Observei que os profissionais da área técnica no Brasil tem um alinhamento paternal com o atleta, tem ‘mais calor humano’. Bem diferente do Japão que é mais rigoroso com os atletas e visam somente ganhar o jogo”, enfatiza o técnico Arai.

Para o presidente da Confederação Brasileira de Beisebol, Jorge Otsuka destaca o interesse das universidades japonesas em atletas brasileiros. Segundo ele, o nível técnico dos jogadores brasileiros está conquistando os técnicos japoneses e americanos. “É um orgulho para nós brasileiros que, não temos por tradição o beisebol, e sermos vistos com talento para o esporte. Também é uma oportunidade para nossos atletas crescerem profissionalmente no esporte. Isso reforça e fomenta ainda mais o interesse de jovens pelo beisebol”, orgulha-se Otsuka com o crescimento de campos de beisebol pelo Brasil, apesar de não ser um esporte tão forte quanto o futebol.

 

LUCI JUDICE YIZIMA

LUCI JUDICE YIZIMA

Jornalista e Fotógrafa
lucijornalismo@hotmail.com
LUCI JUDICE YIZIMA

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