CAMINHADA: Associados da Naguisa percorrem trecho Bento Ponteiro

O Caminho do Sal é uma rota ecoturística, fruto de parceria entre as prefeituras de Santo André, São Bernardo do Campo e Mogi das Cruzes. com uma extensão de 53,5 km, entre São Bernardo, a Vila de Paranapiacaba e Mogi das Cruzes. Seu percurso pode ser feito na totalidade ou em trechos: o Caminho do Zanzalá (de 16 km, entre São Bernardo do Campo e Santo André), o Caminho dos Carvoeiros (de 10 km, em Santo André) e o Caminho de Bento Ponteiro (de 27,5 km, entre Santo André e Mogi das Cruzes) a pé ou de bicicleta. Todo trajeto tem sinalização turística, o que permite a quem quiser, fazê-lo por conta própria ou com o acompanhamento de monitores.

 

O grupo na centenária igreja de Paranapiacaba. (esq/dir): Júlia, Alcides, Terezinha, Emy, Eliza, Yagui, Isaura, Rosinha, Takano e Oscar. (ARQUIVO PESSOAL)

O grupo na centenária igreja de Paranapiacaba. (esq/dir): Júlia, Alcides, Terezinha, Emy, Eliza, Yagui, Isaura, Rosinha, Takano e Oscar. (ARQUIVO PESSOAL)

 

A Associação Naguisa, através do seu grupo de Caminhada (Pan-3) já esteve, em 30/08/2014 percorrendo o trecho de 16 km – Caminho de Zanzalá.

Desta vez, no último dia 9,  o grupo esteve percorrendo o trecho mais comprido do Caminho do Sal: 27,5 quilômetros, a pé, que é o Trecho Bento Ponteiro. O nome do trecho é em homenagem a um comerciante que utilizou-se do trecho original e estabeleceu-se em Paranapiacaba. Como na sua mocidade construía pontes, ficou conhecido como “Ponteiro”.

 

A placa do Caminho do Sal: Caminho do Zanzalá já feito pelo grupo e Caminho de Beto Ponteiro feito agora. Falta só o Caminho do Carvoeiro, o mais curto de 10 km.

A placa do Caminho do Sal: Caminho do Zanzalá já feito pelo
grupo e Caminho de Beto Ponteiro feito agora. Falta só o Caminho
do Carvoeiro, o mais curto de 10 km.

O grupo na ponte da ferrovia tendo ao fundo o relógio de Paranapiacaba.

O grupo na ponte da ferrovia tendo
ao fundo o relógio de Paranapiacaba.

O custo de transporte para realizar essa caminhada foi zero, para a maioria das pessoas do grupo, que possuía o bilhete do Idoso, foi zero, utilizando-se apenas metrô, trem e ônibus, para se chegar até o local da partida e depois, do local da chegada até as respectivas residências.

Para se chegar até Paranapiacaba, utilizou-se o Metrô (Linha Azul e Linha Verde), os trens da CPTM (até Rio Grande da Serra) e depois um ônibus até Paranapiacaba: custo total = zero.

A Vila de Paranapiacaba, por si só, já é um ponto histórico/turístico extremamente interessante, com museus, construções históricos, o Relógio da Estação, a Igreja Senhor Bom Jesus de Paranapiacaba de 1889.

 

Uma foto imperdível na carcaça da Maria Fumaça. (esq/dir) Rosinha, Júlia, Oscar. Yagui, Alcides, Eliza, Terezinha, Emy e Takano. Ao fundo, Isaura.

Uma foto imperdível na carcaça da Maria Fumaça.
(esq/dir) Rosinha, Júlia, Oscar. Yagui, Alcides,
Eliza, Terezinha, Emy e Takano. Ao fundo, Isaura.

 

 

A caminhada inicia-se já na própria Vila de Paranapiacaba. O percurso, quase que totalmente de terra, com trechos com pedras, e outros com muitos alagamentos e lama, por causa das chuvas, oferece uma paisagem muito bonita, vendo-se muitos manacás que ainda estão bastante floridos, com as suas flores brancas, rosas e roxas.

Não é um trajeto muito fácil, portanto, com muitas subidas e descidas que apesar de não serem muito acentuadas, são longas.

O Caminho passa pela Vila de Taquarussu e Quatinga até chegar em Taiaçupeba onde há uma represa de mesmo nome que faz parte do Sistema Alto Tietê.

 

Os aquedutos existentes no região de Quatinga

Os aquedutos existentes no região de Quatinga

 

 

Estradas de terra – Apesar do trajeto passar por estradas de terra que são utilizados por veículos, não há movimento considerável, exceto um trecho muito curto, no meio do trajeto onde há necessidade de um cuidado maior.

 

O trecho com pedras e poças de água.

O trecho com pedras e poças de água.

 

Há uma sinalização razoável, com placas oficiais do Caminho do Sal durante o trajeto.

 

Foram muitas poças de água, algumas exigindo muito cuidado para não cair ou afundar na lama.

Foram muitas poças de água, algumas exigindo
muito cuidado para não cair ou afundar na lama.

 

Faltam entretanto, algumas placas em determinados pontos, exigindo-se um cuidado maior.

 

Muitas subidas e descidas que exigiram uma retomada do fôlego, antes de prosseguir.

Muitas subidas e descidas que exigiram uma retomada do fôlego, antes de prosseguir.

 

A caminhada teve início às 8h30 em Paranapicaba e terminou às 15h37h em Taiaçupeba, num total de pouco mais de 7 horas de caminhada, entre algumas paradas, incluindo o “obentô” que cada um levou na mochila para o seu almoço.

 

O Caminho estava razoavelmente bem sinalizado, com as placas indicando a direção a seguir.

O Caminho estava razoavelmente bem sinalizado, com as placas indicando a direção a seguir.

 

Com certeza não foi uma caminhada das mais fáceis, pois após a chegada em Taiaçupeba, por volta das 15h30 para um merecido descanso, ainda restava pegar os transportes de volta para São Paulo: ônibus de Taiaçupeba até Mogi, trem da CPTM de Mogi até Estação da Luz e Metrô de Estação da Luz até Jabaquara.

 

Uma parada no km 78 da estradinha que vai para Taiaçupeba.

Uma parada no km 78 da estradinha que vai para Taiaçupeba.

 

 

Taiçupeba finalmente | Afinal foram mais de 27 km.

Taiçupeba finalmente | Afinal foram mais de 27 km.

 

 

 

Redação

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