CAMINHADA: Grupo da Naguisa percorre Caminho do Sal

 

O grupo de caminhada do Programa Arukokai Naguisa percorreu no último dia 5 um trecho do Caminho do Sal, recém-criado em junho deste ano. O Caminho do Sal é uma rota ligando 3 munícipios: Santo.André, São Bernardo e Mogi das Cruzes, ligando áreas rurais e históricas com um total de 53,5 quilômetros. O trajeto pode ser feito de bicicleta ou a pé.

 

O trecho escolhido foi bastante fácil, plano e com placas indicativas (esquerda) (foto: divulgação)

O trecho escolhido foi bastante fácil, plano e com placas indicativas (esquerda) (foto: divulgação)

 

Essa rota era conhecida como Zanzalá e era por ali que se transportava sal em 1640 para os diversos povoamentos, daí o nome de Caminho do Sal.

 

Alto Astral durante toda a caminhada. Um passeio agradável (foto: divulgação)

Alto Astral durante toda a caminhada. Um passeio agradável (foto: divulgação)

 

O percurso escolhido pela grupo de caminhada da Naguisa é o trecho mais fácil de 16 km, em iniciando-se na rodovia SP 122, perto de Paranapiacaba e fomos em sentido à Estrada Velha de Santos (no sentido contrário à rota original).

 

Um caminho bonito com muitas flores silvestres e outras também.. (esq/dir) Norie, Terezinha e Emy (foto: divulgação)

Um caminho bonito com muitas flores silvestres e outras também.. (esq/dir) Norie, Terezinha e Emy (foto: divulgação)

 

Com raros trechos em aclive, a maior parte que o grupo percorreu foi de terra batida com cascalhos e plano, facilitando um bom rítmo na caminhada.

O trecho que vai de Paranapiacaba até Mogi das Cruzes, é considerada a parte mais difícil por ser uma região montanhosa, com muitas subidas e descidas.

 

Fim da caminhada: (esq/dir) Takano, Emy, Terezinha e Thomas (foto: divulgação)

Fim da caminhada: (esq/dir) Takano, Emy, Terezinha e Thomas (foto: divulgação)

 

Segundo Jorge Mori, da Naguisa, o caminho é muito bonito com muitas flores silvestres e muito verde, contrapondo-se à paisagem triste de uma represa (Guarapiranga) quase seca, passando, inclusive, por um ponto denominado “Sangradouro Pequeno Perequê”, sem nenhuma função, totalmente seco, vendo-se a água da represa lá longe”.

 

No Restaurante Rei do Abadejo. (esq/dir) Emy, Terezinha, Julia, Sumiko, Norie, Isaura, Thomas, Ori (motorista) e Takano. (foto: divulgação)

No Restaurante Rei do Abadejo. (esq/dir) Emy, Terezinha, Julia, Sumiko, Norie, Isaura, Thomas, Ori (motorista) e Takano. (foto: divulgação)

 

Formado por nove pessoas, o grupo fez o trecho de 16 km em pouco mais de 3 horas.

 

 

(Aldo Shiguti)

 

Redação

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