CAMPO GRANDE: Cultura japonesa ganha destaque com exposição em Campo Grande

 

O Centenário da Imigração Japonesa em Mato Grosso do Sul recebeu nos dias 21 a 23 de novembro uma homenagem especial, a Expo Brookfield, uma mostra fotográfica do aclamado fotojornalista Roberto Higa, exposição de objetos orientais,sorteio de prêmios,oficinas de origami e apresentações culturais.

 

(foto: Silvio Mori)

(foto: Silvio Mori)

 

O evento promovido pela Brookfield Incorporações foi aberto na noite do dia 21, um dos destaques foi a apresentação do grupo ryukyu koku matsuri daiko, em evidência no cenário estadual pelas apresentações com tambores japoneses. Os instrumentos utilizados são famosos por melhorar a qualidade da saúde física e mental dos seus praticantes, por conta dos benefícios proporcionados pela harmonia em grupo nas apresentações.

Durante os três dias, os visitantes puderam conhecer um pouco mais das tradições e costumes, como o Origami, que também decorou o ambiente. Uma oficina de dobraduras proporcionou aos visitantes a oportunidade de aprender a arte da dobradura de papeis. Outro costume japonês, os chás, também foram oferecidos como degustação.

 

(foto: Silvio Mori)

(foto: Silvio Mori)

 

No domingo, foi a vez da apresentação do grupo Shinsei de Wadaiko. Com batidas fortes, o som dos tambores mais uma vez encantaram os visitantes.

 

(foto: Silvio Mori)

(foto: Silvio Mori)

 

Mostra –Os trabalhos de Higa destacaram o processo de imigração da colônia japonesa no estado e como isso influenciou os hábitos culturais do povo campo-grandense. “Consegui resgatar muitos momentos dos primeiros 50 anos da chegada dos japoneses à Campo Grande e fui em busca desse material com familiares, inclusive”, ressalta Higa, que, normalmente, costuma registrar por meio de suas lentes tudo o que ocorre dentro da colônia.

Quem visitou a exposição, pode conhecer as manifestações festivas da colônia, como a Undokai e as danças, além de conhecer as misturas de culturas. “Dá para notar a transformação inclusive da fisionomia do japonês de hoje, por conta da miscigenação”, destaca o fotojornalista.

(Silvio Mori, de Campo Grande)

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