II SEMANA DO JAPÃO NA BIBLIOTECA MÁRIO DE ANDRADE

De haicai à meditação, semana japonesa na Biblioteca Mário de Andrade terá várias atrações

De 18 a 24 de julho, acontece a II Semana do Japão na Biblioteca Mário de Andrade, uma celebração da cultura nipônica e sua forte influência na produção cultural e artística brasileira.

Com extensa programação, o evento trará música, dança, cinema, feirinha gastronômica e muito mais.

 

O Brasil abriga a maior comunidade japonesa fora do Japão, cuja cultura é uma forte influência na produção cultural e artística brasileira, tanto em sua vertente mais tradicional, semeada no país desde o século XX, quanto a recente cultura nipônica pop das últimas décadas.

Para promover reflexão sobre essa mistura de culturas entre Brasil e Japão, a Biblioteca Mário de Andrade realiza a II Semana do Japão, entre os dias 18 e 24 de julho, em São Paulo.

Ancestralidade e kokoro (palavra que se relaciona a coração, mente, e às relações estabelecidas entre a pessoa e as coisas, pessoas, lugares etc), serão os vetores dessa semana que terá programação intensa e 24h voltada para as interações culturais entre Brasil e Japão.

No dia 18, a partir das 19h, a semana começa com o lançamento do catálogo impresso “Pisho Xodô: a escrita como ato”, projeto de aproximação entre a pichação e o shodô, que aconteceu na Casa das Rosas no início deste ano. No dia, serão colocados à venda catálogos com tiragem limitada.

Duas grandes exposições marcam a abertura dos trabalhos e ficam disponíveis 24h até o dia 30 de julho: as obras de Midori Hatanaka, que traz peças elaboradas em papel de arroz, tinta acrílica e folha de ouro, encapsuladas em placas de acrílico, inspiradas no famoso O Livro de Cabeceira ou O Livro de Travesseiro (makura no sōshi), tombado pela UNESCO como Patrimônio Cultural da Humanidade, e a exposição “De Identidades e Identificações”, com trabalhos de Helena Hashimoto. Esta segunda com a proposta de concretizar mil representações de faces conhecidas utilizando vários procedimentos de gravura. Ideias como repetição e meditação se aliaram, na forma, ao sentido da efemeridade dos gestos pictóricos, irrepetíveis e irrefutáveis. Com o andamento do projeto, novas faces da história da arte começaram a se oferecer em meio a faces de familiares e colegas próximos.

No decorrer da semana, os fãs de haicai, poderão contar com oficinas onde os participantes conversarão sobre esse estilo de poesia por meio de exemplos no trabalho de poetas brasileiros, japoneses e nipo-brasileiros, além de exercícios de criação poética e oficinas de encadernação.Também haverá performances de Tatiana Abitante e o grupo invisibili(cidades) onde será explorada a mitologia xamanista do Shinto criando uma narrativa única.

Para os visitantes que quiserem acalmar a mente, haverá meditação Zazen, principal prática da Escola Budista Soto Zenshu do Japão, seguida do espetáculo “Coisas que fazem o coração bater mais forte”, onde Erika Kobayashi relembra a tradicional cerimônia do chá japonesa.

Os admiradores da caligrafia japonesa não ficam de fora. No dia 21/07, haverá oficina de Shodô (caligrafia artística japonesa) considerado uma das artes mais tradicionais na forma de escrita. Durante a oficina os visitantes poderão aprender e praticar a arte. Já os que gostam de desenhar, poderão participar da edição especial do Desenhaço na Mário, onde será possível experimentar o uso do fude (pincel tradicional japonês) em diferentes tipos papéis.

A programação da semana termina em grande estilo. Além da programação cultural com shows e filmes, haverá oficina de culinária japonesa, onde será possível aprender a fazer receitas de Yakissoba, Arroz para sushi e Sushis (temaki e hosomaki); oficina de origami, aberta para adultos e crianças e feirinha gastronômica, com os foodtrucks: Furikake, Samurai Kobe, Lamen 4 you e Matsuo Sushi e para adoçar o paladar os doces da Choco gourmand.

 

 

Serviço

II Semana do Japão na Biblioteca Mário de Andrade

Gratuito

Data: 18 a 24 de julho de 2016

Local: Biblioteca Mário de Andrade

Rua da Consolação, 94, Centro – (Prox. Metrô Anhangabaú – República). Informações: 3775-0002

 

 

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PROGRAMAÇÃO

 

 

18/07 Segunda-feira – Abertura

Lançamento catálogo Pisho Xodô

A partir das 19h

Local: Saguão

Lançamento de catálogo impresso Pisho xodô: a escrita como ato, projeto de aproximação entre a pichação e o shodô, que aconteceu na Casa das Rosas entre abril e maio de 2016. No dia, serão colocados à venda catálogos com tiragem limitada.

De identidades e identificações

exposição de Madalena Hashimoto

Até dia 30 de julho. Visitação: de seg. a dom. 24h

Local: Sala Branca

A grande série “A Thousand Faces” foi executada nos anos de 1992-1993, no programa de Mestrado em Gravura na Washington University, Saint Louis. Balizada pelo princípio da não rejeição total, uma compreensão de aceitação do budismo, a proposição foi concretizar mil representações de faces conhecidas utilizando vários procedimentos de gravura. Ideias como repetição e meditação se aliaram, na forma, ao sentido da efemeridade dos gestos pictóricos, irrepetíveis e irrefutáveis. Com o andamento do projeto, novas faces da história da arte começaram a se oferecer em meio a faces de familiares e colegas próximos. Assim também o desenho mais aproximado da visualidade da gravura se imiscuiu entre os conjuntos de procedimentos gráficos. Inédita, a presente mostra embaralha a progressão das imagens conforme foram produzidas, tomando a colagem e o caos como fios condutores de uma reflexão atualizada no ano 2016. Os cadernos dobrados têm o formato japonês orihon e se coadunam à tentativa de refletir sobre certos princípios da visualidade japonesa.

O livro de cabeceira de Sei Shonagon

exposição de Midori Hatanaka

Até dia 30 de julho. Visitação: de seg. a dom. 24h

Local: Sala expositiva terraço

Sei Shōnagon (966 – 1017) foi uma escritora japonesa e dama de companhia da Imperatriz Teishi (Princesa Sadako) por volta da metade do Período Heian, autora do consagrado Livro de Cabeceira ou Livro de Travesseiro (makura no sōshi), tombado pela UNESCO como Patrimônio Cultural da Humanidade.

O Livro de Cabeceira ou O Livro de Travesseiro

Através das observações de Sei Shōnagon – notas, listas, impressões dos eventos cotidianos da corte, regras de bom comportamento etc. – pode-se vislumbrar a vida na Corte Imperial Japonesa.

O título da obra em japonês (makura no sōshi) vem de um episódio no qual a Princesa Sadako havia recebido um maço de folhas de papel de boa qualidade (naquela época, o papel era um artigo de luxo que podia ser dado como presente) e não sabia o que fazer, de modo que Sei Shōnagon, muito espirituosa, disse que aquele monte de papel serviria para fazer um bom travesseiro (o travesseiro na época era um anteparo de madeira que podia ter um compartimento para guardar papel). Assim, a Princesa deu-lhe o papel e ordenou que ela fizesse o travesseiro.

As obras da exposição de Midori Hatanaka foram inspiradas pelo Livro de Cabeceira, serão expostas peças elaboradas em papel de arroz, tinta acrílica e folha de ouro e encapsuladas em placas de acrílico, pois a intensão era não fazer uso de molduras.

Aruki – Viajantes (performance em duas partes)

performance de Tatiana Abitante + invisibili(cidades)

A partir das 20h

Local: Salão Oval

O movimento de todo caos da matéria dá origem ao universo, à Terra, aos desuses e aos homens. A deusa do Sol, a deusa da Euforia e a grande serpente de fogo nos contarão como chegamos até aqui. Aruki – Viajantes é uma performance ritual que tenta contar o mito criador do Japão e as bases do xintoísmo através de uma experiência audiovisual performática.

Parte I – A criação da terra e do céu até o recolher de Amaterasu Omikami

Do movimento gerado no caos, a luz ascende aos céus e a massa pesada forma a Terra. Muitos deuses passaram por aqui, até que do olho esquerdo de Izanagi nasceu Amaterasu, a deusa do Sol. Regente do reino dos céus, ela resplandeceu até que a fúria de seu irmão a faz se retirar para uma caverna.

Tatiana Abitante é Artista multimídia e educadora formada na Universidade de São Paulo. Utiliza a linguagem audiovisual como pesquisa para inserções do corpo no espaço. Nesta performance, ela explora a mitologia xamanista do Shinto criando uma narrativa.

Invisibili(cidades) é um coletivo de arte sonora que utiliza gravações de paisagens sonoras e diversos elementos de música eletrônica, eletroacústica e ruído para criar suas obras. O grupo desenvolve performances, instalações, peças e apresentações audiovisuais ligadas ao imaginário e às narrativas urbanas, incluindo elementos de espiritualidade e mitologia. Questionando os limites entre o acústico e o musical, o coletivo chama atenção do ouvinte por criar uma experiência imersiva e desafiadora.

O grupo já ocupou espaços tais como: Casa das Caldeiras, Praça Victor Civita, Galeria Logo, Ocupação Artística Casa Amarela, e Estúdio FitaCrepe SP.

Ponto Estação Liberdade

Espaço de convivência

de 18/07 a 23/07

Fundada no fim dos anos 1980, a Estação Liberdade tem como uma de suas principais linhas editoriais a literatura japonesa, em traduções diretas do nihon-go. Desde o êxito de Musashi, a incrível saga samurai de duas mil páginas de Eiji Yoshikawa publicada em dois volumes, a casa se especializou em trazer regularmente ao público brasileiro o melhor das letras nipônicas, em traduções de autores clássicos e contemporâneos, entre os quais Natsume Soseki, Jun’ichiro Tanizaki, Ryunosuke Akutagawa, Yasushi Inoue, Otohiko Kaga, Hiromi Kawakami e Banana Yoshimoto, com especial destaque para Yasunari Kawabata. As capas dos dez livros do autor Prêmio Nobel de 1968 editados pela Estação Liberdade são assinadas pela artista plástica Midori Hatanaka.

21/07 Terça-feira

Haicai: aprendendo a ver com o coração

Oficina com Teruko Oda

Horário: das 15h às 16h

Participantes: 20* (acima de 14 anos)

Local: Sala Infantil

Nessa oficina, os participantes conversarão sobre o que é haicai através de exemplos desse estilo no trabalho de poetas brasileiros, japoneses e nipo-brasileiros. Os participantes farão um exercício de criação poética. O objetivo da oficina é proporcionar estímulos para o desenvolvimento da sensibilidade e da criatividade através do hábito de observar e registrar, poeticamente, as transformações ocorridas no decorrer das estações do ano, além de incentivar a prática do haicai como atividade lúdica e de crescime

Meditação Zazen

prática de meditação

Horário: das 17h às 18h

Participantes: 15*

Local: Terraço (sujeito ao clima)

Zazen é a prática principal da Escola Budista Soto Zenshu do Japão. Literalmente, ela significa “Sentar em Zen”. Zazen liga-se à ideia de “clarificar a mente, perceber que não somos separados da vida na Terra, fluindo incessantemente com tudo que existe, compomos a mais bela tapeçaria da vida, e mais, nos alegramos com isso!”

Oficina de encadernação japonesa

Horário: das 19h30 às 21h30

Participantes: 10*

Local: Sala de Convivência

Surpreendente na sua forma simples de fazer e na beleza das suas costuras aparentes, a Encadernação Japonesa é uma das mais antigas encadernações artesanais conhecidas. Nesta oficina, os alunos terão a oportunidade de aprender a encadernação tradicional japonesa de 4 furos e o bloco de notas. Material, apostilas e certificados inclusos.

20/07 Quarta-feira

O olhar sociolinguístico sobre a língua japonesa nos mangás

Palestra com Leiko MM – USP

A partir das 16h

Local: Auditório**

O mangá é um espaço propício para o processo semiótico de várias linguagens. Nesta apresentação, analisaremos criticamente as características da língua japonesa em termos estritamente linguísticos. No japonês, por exemplo, a linguagem de tratamento tem recursos muito variados, dependendo da relação entre os interlocutores, assim como as onomatopeias, pontos que permitem diferentes soluções para a tradução.

Poesia Japonesa

palestra com Neide Hissae Nagae – USP

A partir das 17h30

Local: Auditório

A poesia japonesa tem milênios de existência e continua a ter a sua relevância e marcar sua presença no cotidiano dos japoneses. Qual é o segredo da poesia japonesa? Para desvendá-lo, apresentaremos poemas representativos de diversos períodos e poetas, centrados no seu ritmo peculiar, na ligação com o tempo presente e os elementos da natureza. A famosa brevidade dos haicais, considerado um poema síntese, possui um histórico pouco conhecido de ter antes ido de um extremo ao outro. O jogo entre a sua natureza coletiva e individual somado a recursos inusitados foram desenvolvidos ao longo dos tempos pelos japoneses. Seriam esses seus segredos capazes de inserir a poesia no cotidiano dos brasileiros?

Karuta Tori

O Kyogi Karuta é um jogo de cartas que utiliza da coletânea de 100 poemas clássicos, o Hyakunin-isshu. O jogo é composto de dois baralhos, cada um composto por 100 cartas. Um deles é chamado de Yomifuda, ou cartas de leitura, e o outro Torifuda, ou cartas de pegar. Neste jogo, uma dupla compete para ver quem consegue eliminar todas as cartas do seu campo primeiro, utilizando-se de memória, reflexos rápidos e resistência física e mental.

Coisas que fazem o coração bater mais forte

Performance de Erika Kobayashi

Horário: das 17h às 18h30

Local: Deck

Experiência de convivência e criação no deck da Biblioteca Mario de Andrade com seus frequentadores e transeuntes. Desta vez, a cerimônia do chá, elemento presente nas performances da artista, acontece como um convite para escrever listas inspiradas pelo Livro de Cabeceira, de Sei Shonagon. As listas farão parte de uma pequena exposição durante a Semana.

O Livro do Travesseiro em atualizações

Palestra com Madalena Cordaro Hashimoto

A partir das 19h

Local: Auditório**

O Livro do Travesseiro é obra canônica dentre os escritos clássicos japoneses e possui várias virtudes. Além da autoria feminina numa época tão longínqua quanto o século XI no distante país de Yamato (a semente do atual Japão), a estrutura aberta e sem hierarquias nem progressões no tempo ou no enredo, a obra ainda hoje surpreende e faz refletir por sua capacidade de atualização. Assim é que em séculos posteriores a obra foi retomada e interpretada, primeiro em suas próprias terras, depois no estrangeiro, como é o caso do filme The Pillow Book, do diretor inglês Peter Greenaway. Em comum, sempre se mantém a elegância erudita, seja ela imperial, citadina ou globalizada.

O Livro de Cabeceira – (The Pillow Book; 1996; 126 min.)

Filme

Horário: 21h

Local: Auditório**

Direção: Peter Greenaway

Elenco: Vivian Wu, Ewan McGregor, Yoshi Oida

Indicação etária: 16 anos

Durante a infância, orfã de mãe, Nagiko cresceu acostumada com uma tradição familiar: a cada aniversário, seu pai pintava poemas em seu rosto enquanto sua tia lia trechos de um diário clássico antigo chamado “livro de cabeceira”. Influenciada por essa experiência, a menina cresce fascinada por livros, papéis e literatura escrita sobre corpos. Essa fascinação se transformará em uma obsessão tanto sexual quanto espiritual pela busca de seu próprio “livro”.

21/07 Quinta-feira

Shodô: caligrafia artística japonesa

Oficina com Mônica Terada

Horário: das 14h30 às 16h

Participantes: 10*

Local: Mezanino da Sala de Convivência

O shodô – prática da caligrafia japonesa – é considerado uma das artes mais tradicionais na forma de escrita. Nesta oficina, os participantes terão a oportunidade de assistir à demonstração da Ishikawa sensei e praticar a caligrafia japonesa.

›o material será emprestado aos alunos.

Meditação Zazen

Prática de meditação

Horário: das 17h às 18h

Participantes: 15*

Local: Terraço

Desenhaço

Prática de desenho com Gabriela Lissa Sakajiri

Horário: das 18h às 20h

Participantes: 15*

Local: Terraço

Edição especial dos nossos encontros de Desenho na Mário. Nesse encontro, vamos experimentar o uso do fude (pincel tradicional japonês) em diferentes papéis.

Encadernação japonesa

Horário: das 19h30 às 21h30

Participantes: 10*

Local: Sala de Convivência

22/07 Sexta-feira

Mostra niponicidades

cinema

Local: Auditório**

Seguindo o eixo temático da II Semana do Japão, a mostra de cinema Niponicidades discute a população nipônica em momentos de resistência. “Meu nome é Yuba” fala da comunidade estabelecida por Isamu Yuba no interior de São Paulo em 1933, e retrata uma vida em coletividade que contrasta com a excessiva individualidade dos tempos contemporâneos. “A guerra dos gibis” aborda o período de chumbo da ditadura militar e da criação de quadrinhos eróticos no Brasil. Já “Minami em Close-Up” detalha o trabalho de Minami Keizi, editor que fez a fama dos filmes da Boca do Lixo na década de 1970. Por fim, “Variações sobre demônios mudos” dirige o olhar para o próprio ato de desenhar o corpo nu numa época em que a naturalidade da nudez é questionada.

16h30 – A guerra dos gibis (2012; 20 min.)

Direção: Thiago B. Mendonça e Rafael Terpins

Nos anos 1960, em plena ditadura militar, surge uma criativa produção de quadrinhos eróticos no Brasil. A censura, porém, conspirava para seu fim. Neste documentário, Satã, Chico de Ogum, Beto Sonhador, Maria Erótica e outros personagens se unem aos quadrinistas na batalha contra a ditadura.

17h – Variações sobre demônios mudos (2016; 18 min.)

Direção: Heitor Isoda

Documentário sobre diferentes sessões de desenho de modelo vivo nu. Papel, tinta, olhares, gestos e sons.

17h30 – Minami em close-up: a Boca em revista (2008; 19 min.)

Direção:Thiago B. Mendonça

A trajetória da revista Cinema em Close-Up (que, nos anos 1970, tornou-se um sucesso de vendas), e de seu editor Minami Keizi, é o ponto de partida para contarmos a história dos filmes da Boca do Lixo e seus personagens.

18h – Meu nome é Yuba (2007; 60 min.)

Direção: Bruno Mello Castanho e Juliana Kirihata

A vida dos moradores da Comunidade Yuba, em Mirandópolis, no interior de São Paulo. Isamu Yuba chegou ao Brasil em 1926 e, em 1933, junto com alguns companheiros, começou a construção de uma fazenda comunitária. O filme retrata a singularidade da vida dos habitantes que vivem em Yuba, onde preservam a cultura japonesa.

Aruki Kami – Parte II: A serpente de fogo dança na escuridão até que Ame no Uzume no Mikoto tem uma ideia

Performance de Tatiana Abitante + invisibili(cidades)

A partir das 20h

Local: Salão Oval

O mundo sem o sol definha na escuridão, seres sombrios se refestelam na noite. Uzume, a alarmante mulher dos céus, desenvolve um plano para trazer o Sol de volta ao mundo usando a dança em seu corpo como um instrumento.

Oficina de encadernação japonesa

Horário: das 19h30 às 21h30

Participantes: 10*

Local: Sala de Convivência

23/07 Sábado

Colégio Harmonia Taiko

show

A partir das 11h

Local: Auditório**

O Colégio Harmonia nasceu em 1993 com uma proposta diferenciada: oferecer ensino em período integral, que, além de aumentar o número de aulas por disciplinas, permite ministrar aulas de música, idiomas (inglês, espanhol e japonês), taikô, teatro, xadrez, robótica e informática.

Kaori Shiozawa chegou ao Brasil em 2014, e é professora de música Tawoo japonesa. Em 2011, realizou turnês internacionais como flautista do grupo Gocoo, com apresentações na Alemanha, Itália, Hungria e no Marrocos.

Oficina de culinária japonesa

Horário: das 14h às 16h

Participantes: 25*

Local: Copa

A culinarista Janete Campos irá apresentar receitas de Yakissoba, Arroz para sushi e Sushis (temaki e hosomaki).

Oficina de origami em família

Horário: das 15h às 16h30

Participantes: cerca de 5 famílias com até 5 integrantes*

Local: Jardim contemplativo

Quem nunca quis fazer aquele passarinho, o tal do tsuru (pássaro grow)? Nesta oficina, as famílias são convidadas a fazerem origamis, a tradicional arte japonesa de dobrar o papel, criando representações de seres ou objetos a partir da folha de papel e povoar a BMA de dobraduras.

Feirinha de comida Japonesa

feira gastronômica

Horário: das 12h às 16h

Local: Estacionamento

Odori

apresentação

A partir das 16h30

Local: Estacionamento

O Bon Odori é um festival anual que acontece no Japão no verão (meses de julho e agosto). A celebração sempre acontece após o pôr do sol, por conta da crença de que os espíritos saem somente à noite. Podemos encontrar similaridade com o nosso dia de finados, embora que, no festival do Obon, são tocadas sempre músicas tradicionais alegres e joviais.

Na II Semana do Japão na Mário, contamos com a apresentação de dança típica do Bon Odori com as mulheres da Associação Cultural e Assistencial da Liberdade – ACAL (“Bunka Fukushi Kyõkai” no Japão). A associação é hoje internacionalmente conhecida e ponto de referência para comunidades do bairro, para a cidade de São Paulo, Brasil e Japão.

Oficina de encadernação japonesa

Horário: das 19h30 às 21h30

Participantes: 10*

Local: Sala de Convivência

*As inscrições para as oficinas serão feitas por ordem de chegada.

**Lotação do auditório: 175 lugares / Retirada de ingressos com uma hora de antecedência.

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