KOKUDO: Grupo de Jovens do Niten visita crianças da Casa do Coração

O Hayabusa (Grupo de Jovens do Instituto Niten) realizou este mês uma visita à ACTC – Casa do Coração, Associação de Assistência à Criança e ao Adolescente Cardíacos e aos Transplantados do Coração. Sete jovens participaram da visita.

 

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Crianças da Casa do Coração tiveam oportunidade de manusear a shinai e “duelaram” com samurais. Foto: divulgação.

 

Localizada à  Rua Oscar Freire, 1.463, em São Paulo, a ACTC – Casa do Coração foi fundada em 1994, por iniciativa do Prof. Dr. Miguel Barbero Marcial, chefe da equipe de cirurgia cardíaca do Instituto do Coração – InCor (HC-FMUSP) com o objetivo de atender crianças e adolescentes que apresentam quadro clínico de cardiopatia grave.

Além de assistirem apresentações de Jojutsu e Iaijutsu, as crianças tiveram a oportunidade de pegar a Shinai (espada de bambu) e “sentir o que é ser um samurai”. Segundo a coordenadora Pedagógica da Casa do Coração, Raquel Duarte, “a ACTC – Casa do Coração agradece imensamente a apresentação de artes da Espada Samurai, realizada por integrantes do Instituto Niten”. Foi uma tarde muito agradável e cheia de emoção para as nossas crianças e jovens que puderam pela primeira vez apreciar essa luta”, destacou.

Para o fundador do Instituto Niten, Jorge Kishikawa, “eventos como este são importantes para resgatar algo que está sendo perdido no mundo: a compaixão, nobre virtude herdada dos samurais”. Segundo ele, “nos tempos de hoje, o isolamento, o egoísmo e a violência imperam e são constantes na mídia”.

Por isso, explica, promover esse sentimento deve começar desde cedo, ainda jovem, principalmente para aqueles que têm descendência oriental, onde a ênfase na educação de seus filhos está em passar no vestibular, ser bem sucedido ou ser melhor que os outros.

 

Compaixão – “Esta busca desenfreada por competição e títulos nos distancia da compaixão, um dos mais nobres sentimentos, e é por isso que o nosso grupo de jovens, o Hayabusa, tem levado ao longo dos anos a esperança para aqueles que mais precisam. Esses meus jovens já levaram o calor humano e a esperança a entidades como o Ikoi-no-Sono, Cruz Vermelha e Casa Hope,  entre outras. São atividades como essas que mostram aos jovens que a vida não se limita ao vazio de ter um diploma e ser melhor que os outros”, conta Kishikawa, acrescentando que “não é promovendo a competição, mas sim promovendo a compaixão, que nos tornaremos completos.”

 

 

 

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