NAGUISA: Grupo de Caminhada do Pan-3 ‘fecha’ o Caminho do Sal’

No dia 1º de outubro, o Grupo de Caminhada do PAN-3, finalmente completou o Caminho do Sal, “fechando” todo o seu percurso de 53,5 quilômetros.

 

Já no retorno para casa em Paranapiacaba. Um nevoeiro forte e um pouco de vento. (Foto: Jorge Mori)

Já no retorno para casa em Paranapiacaba. Um nevoeiro forte e um pouco de vento. (Foto: Jorge Mori)

 

Esse trecho denominado Caminho do Carvoeiro é praticamente uma estrada de terra, com um razoável trânsito de veículos e que num certo ponto encontra-se com a estrada SP-122 que vem do

Rio Grande da Serra até Paranapiacaba.

Por se tratar de um trecho fácil e relativamente curto, foi optado iniciar a caminhada a partir de Paranapiacaba até um certo trecho desse caminho e depois, retornar até Paranapiacaba, prosseguindo até Taquarussu e novamente voltar para Paranapiacaba, fazendo uma distância total de cerca de 18 quilômetros.

 

Atravessando o viaduto por cima da linha de trens em Paranapiacaba. Isaura(esq) e Júlia. (Foto: Jorge Mori)

Atravessando o viaduto por cima da linha de trens em Paranapiacaba. Isaura(esq) e Júlia. (Foto: Jorge Mori)

 

Novamente foi escolhida a alternativa de ir de metrô até estação Tamanduateí e de lá pegar o trem da CPTM até Rio Grande da Serra. E finalmente, do Rio Grande da Serra até Paranapiacaba, de ônibus.

A caminhada teve início, pouco depois das 8h30, após café da manhã em Paranapiacaba.

 

Café da manhã antes da caminhada: (sentido horário) Yagui, Emy, Takano, Isaura, Clara, Mitsuru e Júlia. (Foto: Jorge Mori)

Café da manhã antes da caminhada: (sentido horário) Yagui, Emy, Takano, Isaura, Clara, Mitsuru e Júlia. (Foto: Jorge Mori)

 

A estradinha de terra já começa em Paranapiacaba, com um certo tráfego de caminhonetes, ônibus escolares, vans e automóveis, o que requer um certo cuidado, principalmente em dias nublados.

O percurso é plano, sem muita dificuldade, em estrada de terra com alguns cascalhos e muito areião e mata verde margeando-a. Subidas suaves, mas, longas sem oferecer grandes dificuldades.
Poucas casas durante o trajeto, passando-se por um apiário, no meio do caminho, até chegar numa linha férrea que cruza a estrada e logo a seguir a SP-122, onde praticamente termina a Estrada do Carvoeiro.

 

Iniciando a caminhada, ainda na Vila de Paranapiacaba, sob forte nevoeiro. (Foto: Jorge Mori)

Iniciando a caminhada, ainda na Vila de Paranapiacaba, sob forte nevoeiro. (Foto: Jorge Mori)

 

De volta à Vila de Paranapiacaba (que significa em tupi-guarani: “De onde se avista o mar”) foi feita uma curta caminhada ida e volta até Taquarussu.

A Vila de Paranapiacaba durante a semana, quando foi feita a caminhada, parece uma cidade deserta, com pouquíssimas pessoas caminhando, a maioria de quem trabalha na linha férrea.

Fora isso não se vê uma vivalma, com as casas todas com janelas e portas fechadas.

De todos os 3 trechos percorridos do Caminho do Sal (Zanzalá, Carvoeiro e Beto Ponteiro) este (Carvoeiro) talvez tenha sido o menos atraente.

 

Uma parada para um lanchinho no meio do percurso. (Foto: Jorge Mori)

Uma parada para um lanchinho no meio do percurso. (Foto: Jorge Mori)

 

O melhor mesmo é o Beto Ponteiro com seus 27,5 km.

Uma decepção: o Bar da Zilda, um lugar conhecido e elogiado, não tinha praticamente nada das porções (petiscos) que foram pedidos a partir do cardápio, talvez por ser de semana.

E, adicionalmente, porções, com preços em torno de R$ 35,00, cervejas como a Original por R$ 13,00 desencorajam uma nova volta.

Mas mesmo assim, é uma região interessante e boa para caminhadas.

(Texto: Jorge Mori)

 

 

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