NIPPAK PESCA: Vocabulário na pesca II

Continuando o assunto da edição passada, segunda parte do linguajar característico dos pescadores. Observando que algumas palavras continuam em inglês ou foram “abrasileirados”.

Mauro Novalo

 

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G

Gaff – bicheiro, em inglês. Equipamento com uma fisga utilizado principalmente nos grandes peixes para imobilizá-los

Galhada – tipo de estrutura, árvores submersas

Garatéia – dois ou três anzóis unidos

Glow – diz-se da isca artificial com pintura fosforescente

GPS – “Global Positioning System”, ou “Sistema de Posicionamento Global”. Aparelhos de GPS utilizados para navegação e localização de pontos em terra por meio de satélites

Grubs – iscas artificiais macias e flexíveis de silicone ou borracha

 

 

H

Habitat – lugar onde um animal ou planta vive ou se desenvolve naturalmente

Hackle – pena usada na montagem de moscas (iscas de fly)

Half Hitch – nome de um nó

Herbívoro – que se alimenta de plantas, como algas e folhas/raízes de plantas aquáticas

Hook – anzol, em inglês

Hook Keeper – acessório usado para prender o anzol na vara

 

 

I

Igapó – mata inundada sazonalmente

Igarapé – termo usado na Amazônia para os rios pequenos

IGFA – Abreviação de “International Game Fish Association”, entidade que homologa os recordes da pesca do mundo inteiro

Interline – modelo de vara onde a linha passa por dentro do corpo da vara (blank)

Iridescente – que apresenta ou reflete as cores do arco-íris

Isca artificial – artefato de plástico, metal, madeira, borracha, penas, cerdas etc, bastante coloridos e/ou brilhantes, de várias formas, munidos de anzol simples, duplo ou triplo

Iscólatra – pescador viciado em iscas artificiais

 

 

J

Jarda – medida de comprimento, uma jarda equivale a 0,9144m

Jigs – iscas artificiais montada com anzóis simples e cabeça de chumbo, feitas de materiais diversos e em vários formatos

João Pepino – apelido dado à isca artificial Jumpin’ Minnow, pode ser considerada uma zara ou jumpbait

 

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Jumpings Jigs – iscas artificiais no formato de pequenos peixes, fabricados em metais pesados como chumbo, aço e cobre

Jusante – em direção à foz de um rio; abaixo de um determinado ponto do rio

 

 

K

King Salmon – Espécie de salmão

Knot – Nó, em inglês

 

 

L

Lago de várzea – denominação utilizada na Amazônia para os lagos de planície que sofrem forte influência da variação sazonal do nível da água dos rios

Lagoa marginal – denominação utilizada para os corpos d’água localizados ao longo dos rios, que sofrem influência da variação sazonal do nível da água e são importantes áreas de alimentação e proteção de peixes jovens

Largo – é o pescador sortudo, que pega muito mais peixes que seus companheiros

Leader ou líder – linha transparente unida a linha principal da carretilha ou molinete, normalmente de material resistente à abrasão. Para proteger a linha principal das estruturas e galhadas, dentição de algumas espécies e, suportar a briga com o peixe. Nas pescarias de pé na areia (pesca de praia), utilizada para suportar na hora do arremesso o conjunto de iscas + chumbadas

Lêntico – sistema de água parada

Libra – sistema de medida usado para designar a resistência das varas e linhas. Uma libra equivale a 0,454 kg

Língua óssea – tipo de língua encontrada em alguns peixes, como o pirarucu e o aruanã

Linguiceiro – pescador que usa iscas naturais

Linha lateral – conjunto de poros que se distribuem em série ao longo da linha mediana dos flancos e são responsáveis por parte do sistema sensorial dos peixes

Lótico – sistema de água corrente.

 

 

M

Mala – companheiro de pesca ou pescador chato e inconveniente

Malhar – cobrir o pesqueiro com muitos arremessos

Mamando a isca – costuma-se dizer do o peixe que dá pequenos toques na isca sem abocanhar

Mancha ocelar – o mesmo que ocelo

Mandíbula – ver maxila

Manhoso – quando o peixe está arisco, difícil de fisgar

Margem direita – lado direito de um curso d’água quando se olha para jusante

Margem esquerda – lado esquerdo de um curso d’água quando se olha para jusante

Marés – flutuação do nível da água do mar causada pela rotação da Terra em combinação com as forças gravitacionais da Terra, da Lua e do Sol.

Matupá – termo usado na Amazônia para denominar aglomerados de plantas aquáticas que formam verdadeiros tapetes flutuantes nos lagos de várzea e descendo os rios

Maxila – formação óssea da boca dos peixes, onde os dentes se inserem: maxila superior é formada pelo pré-maxilar (central) e maxilar; maxila inferior (mandíbula) é formada pelos ossos dentário, articular e angular

Matreiro – esperto

Memória da linha – diz-se da linha que armazenada no carretel, ao ser liberada tende a ficar torcida e enrolada

Migração – deslocamento periódico a longas distâncias; no caso dos peixes, geralmente é realizado em cardumes

Minhoca – isca artificial que imita minhocas fabricadas em silicone difundida na pesca do black bass

Molinete – equipamento de pesca que serve para lançar e tracionar a linha; é preferido pela maioria dos pescadores por causa da facilidade de arremesso

Montante – em direção à nascente de um rio; acima de um determinado ponto de um rio

Mosca – isca artificial fabricada para o uso com equipamento de fly, atada com materiais naturais ou sintéticos imitando insetos, larvas, vermes, pequenos peixes e animais

Mosca Seca (Dry) – Isca de fly que flutua imitando o estágio adulto de um inseto

Mosqueiro – o pescador de fly

Muvuco – local onde está o peixe (buraco no meio de galhadas)

 

 

N

Nadadeira – órgão locomotor dos peixes, constituído por raios ósseos e membranas entre eles

Nadadeira adiposa – nadadeira ímpar, localizada após a nadadeira dorsal; em geral não apresenta raios

Nadadeira anal – nadadeira ímpar, localizada no ventre, na linha mediana, logo à frente da nadadeira caudal

Nadadeira caudal – nadadeira ímpar, localizada no fim do pedúnculo caudal; pode ser bifurcada, lunada ou arredondada (com a borda posterior convexa em forma de lua), truncada (com a borda posterior reta)

Nadadeira dorsal – nadadeira ímpar, localizada na linha mediana dorsal

Nadadeiras peitorais – nadadeiras pares, localizadas logo atrás da porção inferior ou mediana das aberturas branquiais

Nadadeiras pélvicas – o mesmo que nadadeiras ventrais

Nadadeiras ventrais – nadadeiras pares, localizadas na região ventral, logo abaixo das peitorais ou após as peitorais

Needle knot – nó usado para prender o leader a linha de fly, conhecido por nó da agulha

Ninfa – isca de fly que imita o estágio aquático das larvas

 

 

O

Ocelo – mancha arredondada em formato de olho, com o centro e a periferia de cores diferentes (geralmente combinando preto com branco, preto com alaranjado/avermelhado)

 

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Óculos Polarizados – óculos com lentes que recebem tratamento especial que ajuda a amenizar o reflexo dos raios solares na água permitindo melhor visualização do que acontece embaixo dágua

 

 

Onça – sistema de medida usado para determinar das iscas artificiais ou designar a potência de arremesso das varas, uma onça equivale a 28,349523125 gramas

Onívoro – que se alimenta de animais e vegetais

Opérculo – nome genérico dado ao conjunto de ossos que cobrem as brânquias

 

P

Paliteiro – tipo de estrutura com muitos galhos acima da linha da água

Parcel – laje submersa de pedra, que serve de abrigo para peixes pequenos por esta razão com os predadores ao redor, sendo um bom ponto de pesca

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Passaguá, puça ou coador – espécie de um coador feito com rede de fios de naylon, para embarcar os peixes depois de fisgados

 

 

Passar o coador – usar o passaguá

Pé frio – quem traz azar ou ruim de pesca

Pé quente – quem traz sorte ou bom de pesca

Pegadeira – momento de grande atividade de peixes atacando as iscas. Também caracteriza a isca artificial muito produtiva, que pega muitos peixes

Peixe “entocado” – quando o peixe, depois de fisgado, procura algum lugar para se esconder e se proteger

Peixe boiando – diz-se quando o pescador visualiza o peixe na superfície

Peixe ornamental – peixe de aquário

Pelágico – que vive na superfície e meia água

Pesca de arremesso – é a pesca com iscas artificiais, o pescador arremessa em direção dos pontos onde considera que estão os peixes

Pesca de rodada – modalidade em que a pescaria é realizada com o barco a deriva na correnteza do rio, canal ou mar

Pesca de subsistência – pesca para alimentação do pescador e de sua família; o excedente pode ser comercializado

Peva ou peba – espécie de robalo

Pier – local onde ficam atracados as embarcações e, embarque ou desembarque dos passageiros

Pinchar – arremessar com iscas artificiais

Piracema – período de desova dos peixes, quando eles sobem os rios até suas nascentes para desovar

Pirangueiro ou piloteiro – guia de pesca que conduz a embarcação para os pontos de pesca seja em água salgada ou doce

Piscívoro – que se alimenta de peixes; o mesmo que ictiófago

Placa óssea – estrutura óssea encontrada no corpo de algumas espécies de peixes; podem cobrir todo o corpo ou se distribuírem em fileiras nos flancos

Planície de inundação – área alagada sazonalmente pelas águas dos rios

Plataforma continental – prolongamento natural do território terrestre até o bordo exterior da margem continental

Plug – isca artificial fabricada em materiais rígidos como madeira, acrílico, fibra e plásticos duros

Poita – âncora de embarcações de pequeno porte. Também é para denominar o pescador preguiçoso, que não faz nada, que entra no barco e só se mexe para pescar

Popa – parte traseira da embarcação

Preamar – nível máximo de uma maré cheia

Predador – animal que caça ou mata outros animais para se alimentar

Pressão atmosférica – pressão exercida pela camada de moléculas de ar sobre a superfície. Não pode estar nem alta, nem baixa, deve ser constante. Essas diferenças de pressão têm origem térmica estando diretamente relacionadas com a radiação solar e os processos de aquecimento das massas de ar. Formam-se a partir de influências naturais e podem significar o sucesso ou não da sua pescaria. Sua aferição é realizada com o instrumento chamado de barômetro

Proa – parte dianteira da embarcação

 

 

Q – R

Rebojo – ação do peixe na superfície, onde com a sua movimentação criam-se pequenas ondas na água

Regime hidrológico – modificações do nível do rio ao longo de um determinado período

Ressurgência – o fenômeno da ressurgência é caracterizado pelo afloramento de águas profundas, geralmente frias e ricas em nutrientes, em determinadas regiões dos oceanos. Essas regiões têm, em geral, alta produtividade primária e importância comercial para a pesca.

Refugar – quando o peixe desiste de atacar a isca

Reponto ou estofo – ocorre entre marés, curto período em que não ocorre qualquer alteração na altura do nível

Repiquete – massa de água que desce das cabeceiras por conta das chuvas elevando o nível dos rios

Rio na caixa – quando as águas do o rio estão no leito, em nível alto

Robaleira – vara de molinete ou carretilha com ponta fina – telescópica para facilitar o transporte -com 4m ou mais, para a pescaria de robalos com camarão vivo

Rombóide – corpo alto e um pouco ovalado.

 

S

Salobra – água com nível de salinidade entre o da água doce e o da água salgada

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Samburá – espécie de cesto ou sacola, anteriormente confeccionado em cipó, hoje fabricados em em arame, malha ou rede com fios de náilon para armazenar os peixes vivos dentro da água

 

 

Sapateiro – pescador que volta da pescaria sem pescar nenhum peixe

Seca – período em que o nível da água está mais baixo

Shad – isca artificial em formato de peixes fabricada em materiais flexíveis e macios, como silicone e borracha

Sinking – Em inglês, afundar. Termo usado para linhas de fly ou iscas artificiais

Sizígia – Marés de grande amplitude sejam altas ou baixas

Snaps – presilhas, prendedores, engates utilizados para troca de iscas e anzóis permitindo maior agilidade e rapidez

Spincast – equipamento misto de carretilha e molinete

Spinners – iscas artificiais dotadas de lâminas que giram quando tracionadas, algumas tem trailer, plumagens ou materiais sintéticos

Spinning – Termo em inglês para molinete. Para designar pesca com molinete

Streamers – Iscas de fly que imitam peixinhos ou animais aquáticos

Strike – O mesmo que ferrada ou fisgada. Termo em inglês que designa alavanca ou movimento para capturar o peixe.

Suport Hook ou Assist Hook – acessório com anzol, utilizado para posicionar corretamente os anzóis nas iscas tipo jumping jig ou metal jig

 

 

T

Tá na foto – quando o pescador consegue tirar o peixe da água

Talude continental – área da margem continental que declina de forma relativamente acentuada em direção ao fundo do mar; coincide com o fim da plataforma continental

Tamanho mínimo de captura – tamanho definido pelo órgão regulador para a captura de espécies aquáticas; em geral garante que a maioria dos indivíduos de uma população de peixes se reproduza pelo menos uma vez

Tomando linha – quando o peixe fisgado nada em disparada

Trailer – chamariz adicionado ao anzol em iscas artificiais, como o spinnerbait e o rubber jig

Tralha – material de pesca

Treble hook – garatéia, em inglês

Trick – espécie de robalo ou peixe pequeno

Tune up – alterar a isca artificial modificando o seu trabalho, por exemplo, mexer no pitão para alterar a direção ou profundidade de nado da isca, diz-se que a isca foi “tunada”, mesma denominação para carretilhas ou varas modificadas

Turbinar – semelhante a “tunar”

 

 

U

Uni Knot – Em inglês, nó único

Úmero (região umeral) – parte anterior e mediana do flanco, localizada logo após o opérculo

 

 

V

Vazante – período em que o nível da água está baixando

Ventosa – estrutura carnosa localizada na boca e utilizada para sucção de alimentos

Ventre – (região ventral) barriga ou parte de baixo do corpo de um animal; nos seres humanos corresponde à parte frontal

Vest – em inglês, colete usado na pesca

 

 

W

Waypoints – São pontos de referência marcados no aparelho de GPS

Wet fly – Em inglês, (mosca molhada) isca de fly submergível utilizada na modalidade

 

 

X

Xaréu – Espécie marinha muito procurada pelos pescadores

 

 

Y

Yard – Jarda – unidade de medida em inglês – 1 yard = 0,9144 metros

 

 

Z

Zangarilho – isca artificial para pescaria de lulas

Zara – modelo de isca que quando trabalhadas imitam o “nado” de um réptil, um zig zag que lembra a letra Z

Zona costeira – área de terra e água afetada por processos biológicos tanto do ambiente terrestre quanto marinho

Zona trófica – zona de alimentação

 

Conhecendo alguns termos, vai se sentir mais confortável e a vontade para conversar com outros pescadores. Ótimas pescarias!!!

 

NIPPAK PESCA
Texto:  Mauro Yoshiaki Novalo
Revisão: Aldo Shiguti
Publicidade
nippak@nippak.com.br
Tel.   (11) 3208-4863

 

 

Apoio:

BY Aventura     www.byaventura.net.br

JF Sun Oculos Polarizados  www.jfsun.com.br

Maré Iscas    www.mareiscas.com.br

Moro e Deconto   www.morodeconto.com.br

Mustad    www.mustad.com.br

Narciso Camping   www.narcisocamping.com.br

 

 

 


 

 

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