NPO: Koryunet participa do Festival do Japão em São Paulo

 

A NPO Koryunet, com sede em Ichinomiya (Aichi), esteve participou pela primeira vez do 15º Festival do Japão, realizado nos dias 13, 14 e 15 de julho, na Expo Imigrantes, em São Paulo. Segundo o diretor-presidente Romeu Funatsumaru, o objetivo foi aproximar os laços entre o Brasil e Japão e também buscar novas oportunidades de negócios. A Koryunet pode orientar empresas brasileiras que desejam investir no mercado japonês, interessadas em trazer produtos do Japão para o Brasil e também fazer negócios com empresas japonesas.

 

NPO Koryunet participou do Festival do Japão na capital paulista (Fotos: Divulgação)

 

Com um público circulante de 180 mil pessoas durante os três dias de evento, o Festival do Japão é um dos maiores do gênero na América Latina. Oficializada em 10 de agosto de 2004, uma das atividades da NPO Koryunet é o serviço de consultoria gratuita às comunidades brasileira e peruana.

Os assuntos são os mais diversos. No geral, os peruanos procuram esclarecer dúvidas legais sobre casamentos e separações, para tanto, o NPO conta com as orientações de uma advogada peruana. Os brasileiros buscam esclarecimentos em dúvidas trabalhistas, acidentes de trabalho e também abertura de empresas. Outro serviço prestado pela Koryunet é o apoio a quem retorna ao Brasil, no tocante a busca de oportunidades de colocações de trabalho e vice-versa, àqueles que retornam ao Japão. “Tentamos a colocação direta do funcionário, porém, nem sempre é possível devido às exigências com o idioma japonês”, esclarece o diretor-presidente.

 

NPO Koryunet participou do Festival do Japão na capital paulista (Fotos: Divulgação)

 

Uma das preocupações da NPO Koryunet é quanto aos brasileiros que necessitam de cuidados especiais. “O movimento decasségui já conta com mais de 20 anos, então temos conhecimentos da existência de muitas crianças que necessitam de cuidados especiais”, afirma Funatsumaru. “Sabemos também das dificuldades de frequentar instituições japonesas, pois essas crianças sendo estrangeiras podem não se sentir à vontade. Por isso, estamos com um projeto piloto em Mie, com capacidade para atender até 10 crianças. Até o momento contamos com apenas três. Se o projeto der certo, pretendemos ampliar para outras localidades”, planeja.

 

 

 

 

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