POLÍTICA: Keiko Ota participa de audiência pública em Minas Gerais

A deputada federal Keiko Ota (PSB-SP) esteve no último dia 27/4 em Minas Gerais. Ela participou de audiência pública promovida pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Violência contra a Mulher, da qual é vice-presidente.

Representantes de movimentos sociais, parlamentares locais e a sociedade civil lotaram o plenário da Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais.

Na ocasião, foram ouvidos depoimentos de autoridades públicas envolvidas com questões de violência contra a mulher.

Além de Keiko Ota, estiveram na audiência a presidente da CPMI, deputada federal Jô Moraes (PC do B-MG), e a relatora, senadora Ana Rita (PT-ES).

A comissão solicitou relatórios detalhados sobre o atendimento prestado pelos órgãos mineiros às mulheres vítimas de violência no Estado.

Os poderes Executivo e Judiciário, o Ministério Público (MP) e a Defensoria Pública deverão encaminhar essas informações até, no máximo, em uma semana.

Keiko Ota participa de audiencia publica em MG (foto:divulgação)

 

Se isso não ocorrer, a CPMI convocará os órgãos responsáveis para prestar depoimento em Brasília.

Keiko Ota e as demais integrantes da comissão ouviram relatos do secretário-adjunto de Estado de Defesa Social, Denilson Feitosa Pacheco; do secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Cássio Soares; de Ana Piollla, coordenadora mineira do Pacto Nacional de Enfrentamento da Violência contra a Mulher; da desembargadora do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, Heloísa de Ruiz Combat; da promotora Nívea Mônica Silva; da defensora pública geral, Andrea Garzon Tonet; do presidente da Comissão Especial da Violência contra a Mulher da Assembleia Legislativa, o deputado Dalmo Ribeiro Silva (PSDB); e da relatora da comissão, a deputada Luzia Ferreira (PPS).

Falaram também as representantes da Rede Mineira de Enfrentamento da Violência contra a Mulher, Marta Cássia Gomes; e do Movimento Popular da Mulher, Maria Izabel Ramos.

Segundo Keiko Ota, a audiência cumpriu um papel importante nos trabalhos desenvolvidos pela CPMI. “Com base nos relatos das autoridades e nos casos de violência mencionados, vamos procurar sistematizar um quadro que forneça a situação real com que o Estado de Minas Gerais lida com a violência que, infelizmente, ainda é praticada contra nós, mulheres”, afirma.

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