RIO DE JANEIRO: Instituto Paulo Kobayashi e Little League Brasil levam o beisebol à Comunidade da Rocinha

Numa iniciativa do Instituto Paulo Kobayashi e da Little League Brasil – representante da Little League International – os moradores da Comunidade da Rocinha – localizada na zona Sul do Rio de Janeiro e considerada a maior favela do Brasil, com cerca de 70 mil habitantes – participaram de uma oficina de beisebol, com direito a apresentação de equipamentos, como as gaiolas de rebatidas e de arremessos, além de dicas com instrutores.

 

O presidente do IPK com dirigentes da Little League Brasil e instrutores na comunidade da Rocinha. Foto: arquivo pessoal

O presidente do IPK com dirigentes da Little League Brasil e instrutores na comunidade da Rocinha. Foto: arquivo pessoal

 

A ação, realizada nos dias 2 e 3 de abril, no Complexo Esportivo da Rocinha, contou com as presenças do presidente do IPK, Victor Kobayashi; do presidente e vice da Little League Brasil, respectivamente, Edson Hashizume e Celso Mizukami; do cônsul geral da Suíça no Rio, Jean Michel; do secretário adjunto de Esportes do Estado do Rio de Janeiro, o ex-nadador Cyro Delgado (medalha de bronze nos 4 x 200 metros livres nas Olimpíadas de 1980, em Moscou) e representantes do Beisebol Escolar.

 

Oficinas reuniram cerca de 400 pessoas em dois dias de evento. Foto: arquivo pessoal

Oficinas reuniram cerca de 400 pessoas em dois dias de evento. Foto: arquivo pessoal

 

Receptividade – A parceria, que tem como principal objetivo divulgar o beisebol e o softbol em todo o território nacional, surgiu há cerca de três anos. “A Little League Brasil funciona como uma espécie de braço direito do IPK para os eventos esportivos. Nesse período, já realizamos clínicas e oficinas em diversas localidades, como em cidades do interior de São Paulo e em outros Estados, como o Rio de Janeiro e Ceará, além de estarmos presentes nos principais eventos da comunidade nipo-brasileira, como o Festival do Japão”, explica Kobayashi, lembrando que na Comunidade da Rocinha o projeto atendeu mais de 500 crianças, de várias faixas etárias.

“A receptividade foi excelente”, disse ele, explicando que a presença do cônsul da Suíça ocorreu porque o único campo de beisebol que existe no Rio fica na Lagoa Rodrigo de Freitas, ao lado da Casa Suíça. “E ele manifestou interesse em utilizar aquele espaço”, conta, antecipando que a ideia é voltar.

“Mas desta vez para uma atividade no campo de beisebol, se possível em uma atividade envolvendo também o Consulado Geral do Japão”, revela Kobayashi, destacando que as ações do IPK e Little League Brasil contam com o apoio da Major League Baseball e Confederação Brasileira de Beisebol e Softbol (CBBS).

 

ALDO SHIGUTI

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Redator-chefe
ashiguti@uol.com.br
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