TÊNIS DE MESA: Esporte para nikkeis?

Já não é mais.

Recém-chegado de mais uma Clínica Butterfly/JJYamada que ministrei gratuitamente em Manaus, posso afirmar com propriedade que atualmente mais de 65%, não são descendentes de japoneses no meio do tênis de mesa.

Nestes 46 anos na modalidade, sendo 42 como técnico/professor, ensinei cerca de 12.000 atletas nos 27 estados, técnicas atuais do esporte e me impressiono cada vez mais como tem aumentado o número de adeptos a cada ano. Será que já estamos colhendo os resultados do efeito “Calderano? Na Olimpíada do RJ em 2016 ele chegou em 9º lugar, fato muito divulgado na mídia do pais.

 

Clínica realizada em Manaus: presença maciça de não descendentes de japoneses.
Divulgação

 

Alguns estados que visitei para dar as clinicas, mais de uma vez:

Amapá (6), Acre (2), Piauí (3), Rio Grande do Norte (3), Alagoas (2) Brasília (4), Roraima (2), Rio Grande do Sul (3), Santa Catarina (14), Paraná (35), Minas Gerais (6), Mato Grosso do Sul (12), Mato Grosso (4), Tocantins (2), Goiás (3), Bahia (4), Amazonas (6), Maranhão (2), Pernambuco (5), Rio de Janeiro (6), Rondônia (4), Sergipe (3), Para (3), São Paulo (47), Ceará (3).

Em abril agora viajo para o meu 32º Campeonato Mundial na Suécia com o intuito de aprender mais técnicas e assim repassar para todo os pólos do Brasil.

Portanto, posso assegurar que mais de 65%, não são da comunidade japonesa como ocorre no beisebol e gatebol, por ter convivido com atletas/alunos nestes últimos anos.

 

MARCOS YAMADA

MARCOS YAMADA

Engenheiro e Consultor Especialista em Tenis de Mesa
MARCOS YAMADA

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