TÊNIS DE MESA: Estrutura do esporte no Brasil

 

Para um país que vai sediar as Olimpíadas daqui a 4 anos, deveríamos aprender muito mais com as grandes potências do mundo; como criar uma política esportiva desde a base, ou seja nas escolas, nos centros esportivos e de como incentivar os técnicos e profissionais da iniciação, oferecendo estrutura poliesportiva e condições para buscar o atleta talentoso, com potencial de uma medalha nos jogos olímpicos.

 

Duelo entre Joo See Hyuk (KOR) 4 x 2 Patrick Baun (GER) (foto: divulgação)

 

Segundo o blog do Jose Cruz, um especialista em política e legislação do esporte, “os eternos mandatos dos cartolas do esporte brasileiro estão com os dias contados”.

O governo federal entrou em definitivo na campanha para que as entidades contempladas com verbas públicas tenham mandatos de seus dirigentes limitados.

Além de dois projetos de lei que tramitam rapidamente na Câmara e no Senado, o ministro dos esportes Aldo Rebelo, defendeu a proposta de democratizar a gestão esportiva em entrevista na TV, afirmando que não é mais um debate, é uma caminho irreversível.

Sugestões propostas ao blog são de eleição através dos votos de atletas confederados e não mais de presidentes de federações estaduais, já que existem algumas com mais de 1.000 atletas registrados e outras com menos de 100.

Segundo ainda consta no blog, o presidente do Comitê Olímpico, Carlos Nuzman está há 17 anos no poder, Gesta de Melo (Atletismo) há 25 anos; Coaracy Nunes (Natação), há 24 anos; Manuel Oliveira (Handebol) e João Tomasini (Canoagem), há 23 anos; Jorge Otsuka (beisebol), há 22 anos; e Alaor Gaspar (tênis de mesa), há 25 anos no comando da modalidade.

Na verdade existem duas versões para este tema, nos 40 anos que milito no esporte, vi várias federações que trocaram os presidentes constantemente e por isso não obtiveram resultados, pois 4 anos é pouco tempo para realizar um bom mandato, em contrapartida, vi outras que se acomodaram e pararam de inovar, por faltar motivação com o decorrer dos anos.

E, você, leitor, qual sua opinião neste caso?

 

 
*Engenheiro Marcos Yamada – Consultor especialista em tênis de mesa.
yamadamarocs@hotmail.com

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