WORLD BASEBALL CLASSIC QUALIFIER: Brasil vence o Panamá na estreia

A seleção brasileira de beisebol, considerada a melhor seleção de todos os tempos com uma mescla muito interessante contando em seu elenco jogadores que atuam no beisebol japonês, americano e cubano. Comandada nada mais nada menos por Barry Larkin que defendeu durante toda sua carreira o Cincinnati Reds, vence a equipe do Panamá por 3×2 na estréia da qualificação para o World Baseball Classic, no Estádio Nacional Rod Carew no Panamá.

 

Seleção Brasileira comemora vitória sobre o Panamá considerada favorita a consquista da vaga o World Baseball Classic 2013 (foto: reprodução/MLB)

 

A equipe brasileira iniciou no ataque com Paulo Orlando (Kansas City Royals – Double A) com uma rebatida simples no Jardineiro central Ruben Rivera, na sequencia Leonardo Reginatto (Tampa Bay Rays – Single A) rebateu rasteiro no interbases Ruben Tejada que executou com facilidade a dupla eliminação. E finalizando a entrada Yan Gomes (Cleveland Indians) rebateu para o auto facilitando a defesa do Jardineiro Central Ruben Rivera.

Na defesa visivelmente nervoso em campo, iniciando os arremessos André Rienzo (Triplo A – Chicago White Sox), não estava conseguindo controlar os arremessos, logo na primeira entrada permitiu que Isaisas Velasquez e Carlos Ruiz ganhassem a primeira base com ‘walk’ e fez um lançamento errado para a primeira base Daniel Matsumoto (Yakult Swallows 2ª divisão) permitindo o avançando do ataque panamenho, porém, a equipe não conseguia dar sequencia ao ataque, sendo anulado pela defesa brasileira com dupla eliminação com a rebatida no interbases Pedro Okuda (Seatlle Mariners – rookie) e um ‘strike out’ sobre Ruben Tejada.

Na segunda entrada, a seleção brasileira também não conseguiu dar sequencia ao ataque sendo eliminado com facilidade. No ataque panamenho, Rubens Rivera com uma rebatida simples válida sobre o Jardineiro Esquerdo JC Muniz (Marilia), que conquistou ainda a segunda base com mais um erro de lançamento de André Rienzo (CWS – Triple A) para a primeira base Daniel Matsumoto (YS). Com uma rebatida simples valida de Jose Macias no Jardineiro Central – Paulo Orlando (KCR), anotando o primeiro ponto panamenho no jogo.

Na terceira entrada o ataque brasileiro entrou mais firme com uma rebatida tripla de Paulo Orlando (KCR) sobre o jardineiro central Ruben Rivera, sendo ainda impulsionado por Leonardo Reginatto (TB)com rebatida dupla anotando ponto de empate. Na sequencia Yan Gomes (CI) com uma rebatida simples sobre o Jardineiro central Ruben Rivera, colocou Leornardo Reginatto (TB) a terceira base, em seguida Daniel Matsumoto (YS) com uma rebatida rasteira sobre o arremessador- Angel Juan que falhou na defesa e lançou errado para primeira base salvando Daniel Matsumoto (YS) que proporcionou  Leornado Reginatto (TB) ao ponto conseguindo então reverter o placar.

O jogo ficou equilibrado desde então, com as duas equipes sendo anuladas pela defesa. No final da quarta entrada o arremessador André Rienzo (CWS – Triple A) foi substituido por Noris Chacon (cubano – Atibaia) que finalizou o ataque panamenho.

Na quinta entrada, Leonardo Reginatto (TB)  ganhou base com “walk”, na sequencia Yan Gomes (TBJ) consegue mais uma rebatida simples no jardineiro central Ruben Rivera, colocando Leonardo Reginatto (TB) na segunda base. Reinaldo Sato foi para o toque de sacrificio sobre a terceira base Angel Chavez eliminando-o na primeira base, porém impulsionando Leonardo Reginatto (TB) para terceira base e Yan Gomes (CI) para a segunda. Daniel Matsumoto foi eliminando com strikeout girando o bastão e com toque da primeira base. Com duas eliminações, JC Muniz (Marilia) consegue uma rebatida rasteira sobre o jardineiro central Ruben Rivera, impulsionando Leonardo Reginatto (TB) anotando o terceiro ponto da seleção brasileiro. Nesta sequencia do lance o Jardineiro Central Ruben Rivera tentou evitar o ponto lançando para o receptor Carlos Ruiz, enquanto isto JC Muniz tentou conquistar a segunda base, Carlos Ruiz lançou para o interbases Ruben Tejada e Yan Gomes tentou conquistar o ponto, Ruben Tejada percebeu a jogada e lançou para o receptor Carlos Ruiz que evitou o ponto bloqueando Yan Gomes (CI) eliminando-o.

Na defesa da quinta entrada, o Brasil substituiu o arremessador Noris Chacon (Atibaia) por Murilo Gouvea (Houston Astros – Single A) que com seus arremessos simplesmente anulou completamente o ataque do Panamá até a 8ª entrada que começava apresentar alguma reação, sendo substituido por Kesley Kondo (Utah Utes – NCAA), que facilitou a defesa brasileira eliminando o ataque panamenho.

Na ultima entrada, já Panamá abatido, Kesley Kondo (UU) foi substituido por Thyago Viera (Seattle Mariners – Venezuela), que assegurou a vitória brasileira em sua estréia.

Agora a seleção brasileira tem um breve descanso e volta a campo no sábado (17) para enfrentar o vencedor do jogo entre Nicaragua e Colombia.

 

 

 

Números do Panamá

Rubén Tejada: 4 idas ao bastão, 0 rebatida, 2 strikeouts
Carlos Ruiz: 2 idas ao bastão, 1 rebatida, 1 corrida impulsionada, 1 walk
Carlos Lee: 4 idas ao bastão, 1 rebatida,
Paolo Espino: 2 2/3 entradas, 6 rebatidas, 2 corridas, 1 corrida merecida

 

Números do Brasil

Paulo Orlando: 4 idas ao bastão, 2 rebatidas (uma tripla), 1 corrida
Leonardo Reginatto: 4 idas ao bastão, 1 rebatida, 1 walk, 2 corridas
André Rienzo: 3 2/3 entradas, 4 rebatidas, 5 walks, 2 corridas, 1 corrida merecida
Murilo Gouveia: 3 1/3 entradas, 2 rebatidas, 3 strikeouts

 

Escalação

 

 

 

 

 

WORLD BASEBALL CLASSIC – QUALIFIER

 

Trata-se de um torneio internacional de beisebol entre seleções, sancionado pela IBAF e organizada pela MLB (Major League Baseball) em conjunto com MLBPA e outras ligas profissionais, iniciada em 2006.

O WBC considerada a Copa do Mundo do Beisebol é a primeira competição internacional de beisebol entre seleções a contar com jogadores profissionais das grandes ligas dos Estados Unidos e do Japão; os Jogos Olímpicos normalmente apresentam jogadores universitários e de ligas menores pois conflitam com as temporadas em ambas as regiões, e a Copa do Mundo historicamente não tem jogadores de ligas maiores. Além de fornecer um formato para os melhores jogadores de beisebol do mundo competirem uns contra os outros representando seus países natais, o Clássico Mundial foi criado para promover o jogo mundo afora.

 

WBC Qualifier – Foram pré-classificadas as seleções que ficaram nas 12 melhores posições do WBC 2009: Austrália, Coreia do Sul, China, Cuba, Estados Unidos, Holanda, Itália, Japão, México, Porto Rico, República Dominicana e Venezuela. As últimas quatro vagas são disputadas por 16 seleções: Grupo 1 (África do Sul, Espanha, França e Israel), Grupo 2 (Alemanha, Canadá, Reino Unido e República Tcheca), Grupo 3 (Brasil, Colômbia, Nicarágua e Panamá) e Grupo 4 (Filipinas, Nova Zelândia, Tailândia e Taiwan). Espanha e Canadá asseguraram a classificação em setembro. Os Grupos 3 e 4 são disputados em novembro.

As Eliminatórias do World Baseball Classic é disputada no sistema de dupla eliminação. Não é um quadrangular convencional, em que todos se enfrentam, ou no esquema mata-mata, em que há dois jogos iniciais e os vencedores definem o campeão da chave. No sistema  de dupla eliminação, um time precisa vencer três jogos para ser campeão, e só é eliminado se perder dois (a não ser que perca a final).

Na primeira rodada, se enfrentarão Panamá x Brasil e Colômbia x Nicarágua. A segunda rodada reúne os vencedores em um confronto (chamemos de Jogo V) e os perdedores em outro (Jogo P). O vencedor do Jogo V está na final da chave, e fica a uma vitória da classificação. O perdedor do Jogo P está eliminado, com duas derrotas.

 

 

 

 

RAIO-X:  A SELEÇÃO BRASILEIRA

 

Considerada como a melhor seleção de todos os tempos, pela primeira vez o Brasil conseguiu reunir grandes jogadores que atuam já no beisebol internacional.

Barry Larkin – comandante da equipe brasileira (foto: reprodução)

Barry Larkin

Para começar, a CBBS conseguiu trazer para o comando da equipe o ex-jogador MLB Barry Larkin defendeu o Cincinnati Reds durantee 1986 a 2004 sendo campeão da World Series 1990 atuando na posição de interbases, em sua carreira conquistou 198 homerun, impulssionou 960 pontos, MVP 1995, 12 x All StarGame, selecionado para o Hall da fama em 2010, 2011 e 2012.  Atualmente trabalha como comentarista da ESPN americana. Sua relação com o Brasil começou este ano devido a participação de sua filha cantora adolescente CymcoLé Larkin que teve a sua música “Bring on the Nite” na trilha sonora da novela “Avenida Brasil” da Rede Globo, estreitando sua relação com o Brasil e podendo participar desse momento da carreira da filha, ofereceu-se a treinar a equipe brasileira a qual já conhecia o beisebol brasileiro devido a uma clinica da MLB que ministrou há 2 anos atrás. Para Barry Larkin ser treinador pela primeira vez é um grande desafio ainda mais uma seleção em que não fala a lingua do país, mas o que mais acha interessante e o grande diferencial da equipe é a mescla de estilos diferentes de seu elenco (japonês, americano e cubano), o que pode surpreender os adversários.

A beleza do beisebol é que não existe apenas um jeito de fazer as coisas, e eu disse isso aos rapazes. Qual é melhor, certo ou errado: o estilo japonês tradicional ou o americano? Tudo é certo, desde que façamos dentro do objetivo que temos. Há diferenças em estilos, mas ainda tempos de conseguir as 27 eliminações e temos 3 strikes e 4 bolas para cada uma delas. O básico não muda – Barry Larkin

 

 

 

RECEPTORES:

 

Yan Gomes

Yan Gomes

Clube: Toronto Bue Jays (acabou de se transferir ao Cleveland Indians)
Posição: catcher, terceira base, primeira base e defensor externo

Foi o primeiro brasileiro a jogar na Major League Baseball. Estreou contra o New York Yankees em 17 de maio, em Toronto. Terminou sua primeira temporada entre subidas e descidas da MLB para a Triple-A. Na grande liga, teve 20,2% de aproveitamento, 4 home runs e 13 corridas impulsionadas em 11 idas ao bastão. Foi negociado com o Cleveland Indians logo após o término da temporada. Sua formação esportiva ocorreu nos Estados Unidos. Ele iniciou o beisebol no Brasil na equipe de Mogi das Cruzes, mas se mudou para a Flórida com a família ainda adolescente, e subiu os escalões do esporte americano (colégio, universidade e draft) até entrar em um time da MLB.

 

 

Bruno Hirata

Bruno Hirata

Clube: Toshiba (liga industrial japonesa)
Posição: catcher

Jogou no beisebol colegial e universitário japonês antes de ganhar um contrato na liga industrial (semi-profissional). Foi jogador do Pilar do Sul

 

 

 

 

 

 

ARREMESSADORES:

 

André Rienzo

André Rienzo

Clube: Chicago White Sox (Triple-A)
Posição: arremessador (destro)

Aos 24 anos, é a principal aposta para o Brasil ter mais um jogador na MLB. Ele entrou nos White Sox em 2006 e foi escalando os níveis de ligas menores. Teve em 2012 sua temporada mais agitada. Chegou a ser suspenso por uso de doping no meio da temporada, mas teve um desempenho forte antes e depois da punição. Começou a temporada no Single-A (Winston-Salem Dash) e subiu a ponto de terminar o ano no Charlotte Nights, da Triple-A. Tem boas bolas rápida e de curva, mas ainda pode evoluir em outros arremessos de efeito. Iniciou sua carreira defendendo a equipe de Atibaia

 

 

Murilo Gouveia

Murilo Gouveia

Clube: Houston Astros (Single-A)
Posição: arremessador (destro)

Defende o Lexington Legends, time Single-A do Houston Astros. Tem boas possibilidades de ser promovido para o Double-A ou Single-A+ em 2013 pela sua alta taxa de strikeouts. Apesar de estar nos Estados Unidos há seis temporadas, deve ficar como integrante do bullpen no World Baseball Classic. Foi nessa função que seu desempenho cresceu nos Estados Unidos, e, pela falta de tempo para preparação, a comissão técnica pretende deixar os jogadores com papéis parecidos aos que exercem em seus times. Também iniciou defendendo a equipe de Atibaia.

 

 

 

Rafael Fernandes

Rafael Fernandes

Clube: Tokyo Yakult Swallows
Posição: arremessador (destro)

Principal jogador do Brasil no beisebol japonês. Atuou na Universidade Hakuoh entre 2006 e 2009, quando assinou com o Swallows. Em 2011, teve sua primeira oportunidade no time principal, pela NPB. Iniciou sua carreira em Tatuí – SP, ingressou a Academia Yakult e defendeu a equipe do Nippon Blue Jays.

 

 

 

Carlos Kenji Yoshimura

Carlos Kenji Yoshimura

Clube: Yamaha (liga industrial japonesa)
Posição: arremessador (destro)

Vive no Japão desde os 14 anos, jogo no colegio de Yamagata. Atuou na Universidade Hakuoh e atualmente joga pela equipe industrial da Yamaha. Iniciou sua carreira em Vargem Grande Paulista – SP.

 

 

 

 

Gabriel Assakura

Gabriel Asakura

Clube: Cal State Golden Eagles (NCAA, 2ª divisão)
Posição: arremessador (destro)

Brilhou no beisebol universitário em 2011, com ERA de 1,38 e 7 vitórias-2 derrotas. Em 2012, seu último ano na universidade, teve ERA de 2,71 e cinco jogos completos (dois deles sem ceder corrida). Iniciou sua carreira defendendo a equipe do Nippon Blue Jays.

 

 

 

 

Noris Chacon

Ernesto Noris Chacón

Clube: Atibaia
Posição: arremessador (destro)

Cubano naturalizado brasileiro, é um dos mais veteranos da seleção. Jogou em uma liga industrial de seu país por 11 anos, antes de se mudar para o Brasil em 2001. Foi atleta do Dragons, atualmente Atibaia.

 

 

 

 

Kesley Kondo

Kesley Kondo

Clube: Utah Utes (NCAA)
Posição: arremessador (destro)

Atuou em três dos times mais vitoriosos do beisebol brasileiro, Giants, Guarulhos e Blue Jays, na adolescência. Mudou-se para os Estados Unidos em 2007, atuando no time de seu colégio antes de entrar na Universidade de Utah. Atua normalmente como reliever.

 

 

 

 

Hugo Kanabushi

Hugo Kanabushi

Clube: Tokyo Yakult Swallows (segunda divisão)
Posição: arremessador (canhoto)

Outro jogador nas categorias de base do Swallows. Antes de chegar à franquia, atuou em torneios colegiais e universitários no Japão. Iniciou sua carreira defendendo a equipe de Nova Esperança – PR

 

 

 

 

Oscar Nakaoshi

Oscar Nakaoshi

Clube: Hakuoh University (universitário japonês)
Posição: arremessador (canhoto)

Chegou ao Japão para defender o time da Universidade Hakuoh. Bateu o recorde de vitórias da universidade nos quatro anos em que esteve lá. Em 2011, seu ERA foi de 1,18. Já tem garantido, para 2013, um contrato com o Honda, da liga industrial. Iniciou como atleta no SP Giants.

 

 

 

Thyago Vieira

Thyago Vieira

Clube: Seattle Mariners (liga venezuelana)
Posição: arremessador (destro)

Está nos Mariners há dois anos. Ainda não teve um desempenho dos mais consistentes, com ERA de 4 e 6,05 nas duas temporadas na filial do Seattle na liga de verão da Venezuela. Iniciou sua carreira defendendo a equipe de Tatuí-SP

 

 

 

 

Rafael Moreno

Rafael Moreno

Clube: Baltimore Orioles (estreante)
Posição: arremessador (canhoto)

Estreou nesta temporada pelos Orioles, atuando na filial dominicana da franquia. Teve um bom ERA, 3,80, e uma excelente marca de WHIP (walks e rebatidas por entradas arremessadas), 1,1. Iniciou sua carreira defendendo a equipe de Adamantina-SP, passou pela equipe do São Paulo.

 

 

 

 

Luis Henrique Gohara

Luis Henrique Gohara

Clube: Seattle Mariners
Posição: arremessador (canhoto)

Iniciou sua carreira defendendo a equipe de Bastos-SP, igressou na Academia Yakult e passou pela equipe do Nippon Blue Jays. Em agosto deste ano quando completou 16 anos assinou um contrato milhionário com o Seattle Mariners.

 

 

 

 

 

Daniel Ryuske Missaki

Daniel Ryuske Missaki

Clube: Nippon Blue Jays
Posição: arremessador (destro)

Atleta da equipe do Nippon Blue Jays.

 

 

 

 

 

 

 

Vitor Shoiti Takakura

Vitor Shoiti Takakura

Clube: Nippon Blue Jays
Posição: arremessador (destro)

Atleta da equipe do Nippon Blue Jays.

 

 

 

 

 

 

 

 

 DEFENSORES INTERNOS:

 

Leonardo Reginatto

Leonardo Reginatto

Clube: Tampa Bay Rays (Single-A-)
Posição: shortstop e terceira base

Jogador rápido, tem tido mehoras no desempenho ofensivo. Em 2013, foi selecionado para participar do All-Star Game da New York-Penn League. Iniciou jogando pelo Nikkei Curitiba, passando por Atibaia e Gecebs.

 

 

 

 

 

Felipe Burin

Felipe Burin

Clube: Seattle Mariners (estreante)
Posição: terceira base

Ambidestro no bastão, tem bastante paciência no bastão, conseguindo percentuais em base altos para os padrões da seleção. Iniciou sua carreira em Marilia-SP e foi atleta do São Paulo.

 

 

 

 

Daniel Katayama

Daniel Katayama

Clube: Lane Titans (NWAACC, universitário regional)
Posição: defensor interno

Jogou beisebol em um colégio do Oregon, onde fazia intercâmbio. Acabou ganhando a oportunidade em uma universidade comunitária, que atua em uma liga regional o noroeste americano. Foi jogador do GECEBS.

 

 

 

 

Allan Belem Fanhoni

Alan Fanhoni

Clube: NTT East (liga industrial japonesa)
Posição: primeira base

Jogou no beisebol colegial japonês antes de conseguir uma vaga na liga industrial. Iniciou em Marilia-SP

 

 

 

 

 

Lucas Rojo

Lucas Rojo

Clube: Philadelphia Phillies (liga venezuelana)
Posição: segunda base

Defendendo o time dos Phillies na liga de verão da Venezuela, Rojo teve a impressionante marca de 35,4% de aproveitamento no bastão. Mas ainda falta potência: teve apenas 1 home run. Iniciou sua carreira em Bastos-SP

 

 

 

Reinaldo Sato

Reinaldo Sato

Clube: Yamaha (liga industrial japonesa)
Posição: segunda base

Teve experiência nas categorias de base do Yakult Swallows, time que defendeu entre 1999 e 2004. Desde então está na liga industrial japonesa, na qual foi eleito o melhor segunda base em 2010. Iniciou em Mogi das Cruzes.

 

 

 

 

Márcio Tanaka

Clube: JR Kyushu
Posição: shorstop

Foi o melhor shortstop da liga industrial de 2010. Está no Japão desde o colégio, passando também pelo beisebol universitário. Iniciou na equipe de Tatuí-SP

 

 

Pedro Ivo Okuda

Pedro Ivo Okuda

Clube: Seattle Mariners (estreante)
Posição: shortstop e segunda base

Tem formação mista entre Estados Unidos e Japão. Fez colegial no Japão e chegou a disputar o torneio Koshien (campeonato nacional colegial). Em 2009, assinou com o Seattle Mariners, onde está até hoje. Iniciou em Marilia-SP, e passou pelo Gecebs.

 

 

 

Daniel Yuichi Matsumoto

Daniel Matsumoto

Clube: Tokyo Yakult Swallows (segunda divisão)
Posição: defensor externo e primeira base

Outro jogador dos mais experientes do grupo. Atua no Swallows desde 1999. Iniciou sua carreira em Mogi das Cruzes.

 

 

 

Iago Januário

Clube: Tampa Bay Rays (estreante)
Posição: primeira base

Está em sua segunda franquia nos Estados Unidos. Em 2010, com 16 anos, assinou com os Red Sox. Atuou como arremessador na liga de verão da República Dominicana. Em 2012, foi ao Tampa Bay Rays, onde se tornou primeira base. Não teve grande aproveitamento no bastão (23,2%), mas mostrou potencial como impulsionador de corridas (11 home runs e 31 corridas impulsionadas). Iniciou em Marilia-SP

 

 

 

DEFENSORES EXTERNOS:

 

Paulo Orlando

Paulo Orlando

Clube: Kansas City Royals (Double-A)
Posição: defensor externo

Esteve perto de ser o primeiro brasileiro na Major League Baseball. Na verdade, foi o primeiro a fazer parte de um elenco da MLB, ao ser incluído na lista de 40 jogadores dos Royals para a pré-temporada de 2012. Um bom desempenho o deixaria com boas chances de ficar entre os 25 inscritos para a temporada, mas ele sofreu uma contusão e acabou perdendo os treinos. Com a preparação atrasada, foi para o Northwest Arkansas Naturals, da Double-A. Terminou o ano no Omaha Storm Chasers, da Triple-A. Negocia para defender os Cardenales de Lara, da Venezuela, no período entre o WBC e a temporada 2013 nos Estados Unidos. Sua principal virtude é a velocidade, mas também tem bom aproveitamento no bastão. Iniciou sua carreira defendendo a equipe de Nikkey Santo Amaro.

 

 

Mike Magario

Mike Magario

Clube: Tokyo Yakult Swallows (segunda divisão)
Posição: defensor externo

Baiano, mudou-se com a família para o Japão aos 5 anos. Fez toda sua formação esportiva no oriente.

 

 

 

 

Jean Tomé

Jean Tomé

Clube: Atibaia
Posição: arremessador e defensor externo

Hoje atua no Brasil, mas passou três anos nas categorias de base do Seattle Mariners. Inciou em Atibaia.

 

 

 

 

 

Juan Carlos Muniz

Juan Carlos Muniz Armenteros

Clube: Marilia
Posição:  defensor externo

Cubano de Havana, atualmente jogador e instrutor de beisebol em Marilia-SP

 

 

 

 

Tiago Magalhães

Tiago Campos Magalhães

Clube: Yamaha (Liga Industrial Japonesa)
Posição: defensor externo

Esteve nos Estados Unidos de 2000 a 2004 , sendo que 2 anos na categoria de base do Cincinnati Reds, Autalmente na Liga Industrial japonesa defendendo a equipe do Yamaha. Inciou sua carreira na equipe do Anhanguera.

 

 

 

 

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